30/08/2016 - ¦¦¦¦™™™™pt===Shift amplia atuação na América LatinaŒŒŒŒ¥¥¥¥¦¦¦¦™™™™en===ŒŒŒŒ¥¥¥¥¦¦¦¦™™™™es===Shift amplía su actuación en América LatinaŒŒŒŒ¥¥¥¥
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Empresa expande seus negócios e conquista seis novos clientes na Argentina

A internacionalização das empresas brasileiras apresentou crescimento de 7%, de acordo com um levantamento elaborado pela Fundação Dom Cabral e divulgado no ano passado. Segundo o estudo, 59,6% das empresas pesquisadas pretendiam expandir suas operações nos mercados em que já atuam no exterior, 4,3% planejavam grandes expansões e 34% afirmaram que manteriam as operações estáveis naquele ano.

A Shift, empresa sediada em São José do Rio Preto (SP), que desenvolve soluções tecnológicas para laboratórios clínicos, encontrou na América Latina boas oportunidades para se lançar ao mercado externo.

Após a conquista de clientes no Uruguai, a consolidação no território brasileiro e o crescimento de 20% ao ano, atingiu a segurança necessária para a expansão internacional. “Atualmente, possuímos mais de 120 clientes, em cerca de 20 estados brasileiros. Conquistamos uma liderança importante no setor com um grupo seleto de clientes-destaque pelo país, por isso, sentimos que era o momento certo para darmos esse passo rumo ao mercado externo”, revela Marcelo Lorencin, presidente da Shift. A empresa, que passou a focar mais os esforços na expansão internacional há cerca de dois anos, conquistou, recentemente, seis novos clientes na Argentina.

À frente do projeto, como diretora da Shift Hispanoamerica, está Macarena Remedi, engenheira formada pela Universidad de la República Oriental del Uruguay e pela École Nationale Supérieure des Télécommunications de Bretagne, onde também cursou Master of Science em Negócios e Serviços. A diretora acredita que o diferencial para essa conquista foi a gestão completa e integrada oferecida pelas soluções da Shift, algo que não é comum no mercado argentino. “Trata-se de um mercado mesclado, em que alguns laboratórios têm soluções integradas e outros ainda contam com soluções desenvolvidas internamente. Com a rápida evolução da tecnologia utilizada nesse segmento, os que possuem sistemas internos ficam impedidos de realizar algumas atualizações, e isso acaba restringindo o crescimento do negócio”, explica.

Os diferenciais apontados pela diretora são também reconhecidos pelos novos clientes. “A Shift foi escolhida após uma cuidadosa avaliação das funcionalidades do sistema, como um integrador das diferentes operações de nosso laboratório. Além disso, toda a infraestrutura de recursos tecnológicos e humanos nos deram a garantia da continuidade de projetos de longo prazo e estão alinhados às nossas estratégias de expansão”, afirma Luis Horacio Quevedo, sócio proprietário do laboratório IACQ – Instituto de Análisis Clínicos Quilmes.

Para Roberto Gentili, diretor do Laboratório IACA, em comparação com outras alternativas do mercado argentino, tanto nacionais quanto estrangeiras, a Shift mostrou-se a mais adequada. “Aspectos como tecnologia, robustez, eficiência, possibilidade de rastreabilidade dos processos e fácil integração de sistemas foram fundamentais para nossa decisão.”

Durante os dois anos de negociações, a empresa trouxe representantes dos laboratórios argentinos para conhecerem a sua sede e acompanharem o trabalho desenvolvido em alguns dos clientes no Brasil. A estratégia foi importante para a decisão final, conforme aponta Quevedo. “A satisfação dos usuários visitados no Brasil, além da prova de conceito realizada pela Shift na sede de um laboratório de alta complexidade na Argentina e da estreita relação com os seus clientes foram fatores que nos ajudaram a ter segurança em nossa decisão pelas soluções da empresa”, complementa.

O projeto, que agora está em fase de implantação, conta com a abertura de um escritório local e com uma equipe de analistas brasileiros que se mudaram para a Argentina, além da contratação de colaboradores locais. O Laboratório IACQ foi o primeiro a receber o treinamento e já está operando com a plataforma Shift LIS. “Optamos por dividir a implantação em fases, para atender a todos da melhor forma, tanto os laboratórios maiores e mais complexos, quanto os menores, que são também fundamentais em suas áreas de atuação. Todos os clientes estarão funcionando ao final do primeiro semestre de 2017”, conclui a diretora.

 


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 La empresa expande sus negocios y conquista seis nuevos laboratorios en la Argentina

La internalización de las empresas brasileras mostró un crecimiento de 7%, de acuerdo con un informe elaborado por la Fundación Dom Cabral, divulgado el año pasado. Según el estudio, 59,6% de las empresas estudiadas pretendían expandir sus operaciones en los mercados en el exterior en que ya actúan, 4,3% planean grande expansiones y 34% afirman que mantendrían las operaciones estables en dicho año.  

Shift, empresa con sede matriz en São José do Rio Preto (SP), que desarrolla soluciones tecnológicas para laboratorios clínicos, encontró en America Latina buenas oportunidades para lanzarse al mercado externo.

 Tras la conquista de clientes en uruguay, la consolidación en el territorio brasilero y el crecimiento de 20% anual, se alcanzó la seguridad necesaria para la expansión internacional. "Actualmente poseemos mmas de 120 clientes, en cerca de 20 estados brasileros. Conquistamos un liderazgo importante en el sector de un grupo selecto de clientes destacados por el país, y por ello, sentimos que era el momento adecuado para dar ese paso rumbo al mercado externo", revela Marcelo Lorencin, presidente de Shift. La empresa, que pasó a enfocar sus esfuerzos en la expansión internacional hace ya más de dos años, conquisto, recientemente, seis nuevos clientes en Argentina.

 A cargo del proyecto, como directora de Shift Hispanoamerica, está Macarena Remedi, ingeniera forma por la Universidad de la República Oriental del Uruguay y por la École Nationale Superieur de Télécommunications de Bretagne, donde también cursó Master of Science en Negocios y Servicios. La directora cree que el diferencial para esta conquista fue la gestión completa e integrada ofrecida por las soluciones de Shift, algo que no es común en el mercado argentino. "Se trata de un mercado variado, en el cual algunos laboratorios tienen soluciones interoperables y otros todavía cuentan con soluciones desarrolladas anteriormente. Con la rápida evolución de la tecnología utilizada en esta área, los que poseen sistemas internos  quedan impedidos de realizar algunas actualizaciones, y esto acaba restringiendo el crecimiento del negocio", explica.

 Los diferenciales descriptos por la directora son también reconocidos por los nuevos clientes. "Shift fue escogida tras una cuidadosa evaluación de las funcionalidades del sistema, como un integrador de las diferentes operaciones de nuestro laboratorio. Además, toda la infraestructura de recursos tecnológicos y humanos nos dieron la garantía de la continuidad de proyectos de largo plazo, compartiendo nuestra política de expansión", afirma Luis Horacio Quevedo, socio propietario del Laboratorio IACQ - Instituto de Análisis Clínicos Quilmes.

 Para Robert Gentili, director del Laboratorio IACA, en comparación con otras alternativas del mercado argentino, tanto nacionales como extranjeras, Shift se mostró la más adecuada. "Aspectos como tecnología, robustez, eficiencia, posibilidad de rastreabilidad de los procesos y la fácil interoperabilidad de sistemas, fueron fundamentales para nuestra decisión."

 Durante los dos años de negociaciones, la empresa trajo representantes de los laboratorios argentino para conocer la sede y acompañar el trabajo desarrollado en algunos clientes de Brasil. La estrategia fue importante para la decisión final, tal como destaca Quevedo. "La satisfacción  de los usuarios visitados en Brasil, además de la prueba de concepto realizada con sus clientes, fueron factores que nos ayudaron a tener mayor seguridad en nuestra decisión", complementa.

El proyecto, que ahora está en fase de implantación, cuenta con la apertura de una oficina local y con un equipo de analistas brasileros que se mudaron a Argentina, además de la contratación de colaboradores locales. El laboratorio IACQ fue el primero en recibir el entrenamiento y ya está operando con la plataforma Shift LIS. "Optamos por dividir la implantación en fases, para atender a todos de mejor manera, tanto los laboratorios mayores y mas complejos, cómo los menores, que también son fundamentales en sus áreas de actuación. Todos los clientes estarán funcionando al final del primer semestre de 2017", concluye la directora. 

 


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