• 24 de Junho de 2020

A qualificação de um laboratório vai muito além de se manter forte em um mercado competitivo ou de atender as normas regulamentadoras do setor, ela impacta diretamente um dos aspectos mais importantes à ser observado — a segurança do paciente.
Nesse sentido, é crucial entender como funciona esse elemento, além de conhecer outros pilares dos programas de qualidade e como eles se relacionam com tal questão. Continue a leitura para saber mais sobre o assunto!
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Segurança do paciente

Práticas de correta identificação e sistemas que permitam uma rastreabilidade total das amostras e de todas as etapas do atendimento, são fundamentais para desenvolver protocolos que mitiguem os riscos aos quais os pacientes podem estar sujeitos durante os procedimentos. Além disso, convém enfatizar que existe a necessidade de elaboração de um minucioso processo para a transmissão de dados tanto dos materiais coletados para a análise quanto dos laudos e resultados.
Afinal, sem essa cautela, corre-se o risco de ocorrerem trocas de exames, necessidade de recoleta, erros de diagnóstico, além de outros problemas capazes de causar danos à saúde do cliente. Dessa forma, a exigência por uma gestão de dados eficiente se torna cada vez mais imprescindível para a manutenção da segurança do paciente.
Aliás, com a proximidade da entrada em vigor da LGPD — Lei Geral de Proteção de Dados — é fundamental ter atenção para o sigilo das informações dos usuários que, por causa dessa lei, precisarão de autorização para serem armazenadas.

Otimização de processos

Além do mais, os programas de qualidade devem buscar continuamente o aperfeiçoamento dos processos para garantir sua eficiência e rapidez, proporcionando conforto e segurança ao paciente.
Assim, a adesão de metodologias e sistemas de informação para contínuas melhorias nas rotinas laboratoriais é um investimento necessário por parte dos gestores e que propiciam um rápido retorno ao laboratório. Essa ação reduz a ocorrência de falhas e retrabalho, permite ao laboratório ter maior eficiência operacional e qualidade em seus processos, ao mesmo tempo em que facilita a gestão do mesmo.

Amplo conhecimento da organização

Para tomar decisões com efeitos positivos é preciso ter um vasto e profundo conhecimento do laboratório e de seu funcionamento. Isso porque a visão sistêmica é uma competência necessária para qualquer gestor na área. Tal habilidade permite que sejam mapeados os pontos que carecem de melhorias, além de promover alterações na estrutura das atividades em vista da otimização da performance de todos os setores do laboratório.

Gestão de processos

Todas as práticas precisam ser avaliadas continuamente a fim de serem otimizadas. Nesse sentido, o estabelecimento e acompanhamento de indicadores é fundamental para aprimorar o desempenho de todos os processos, do pré ao pós-analítico.
Esse pilar contribui com a melhoria de indicadores que certificam a segurança do paciente. Por isso, é crucial a adoção de soluções que auxiliem na tomada de decisões com base em dados e informações concretas.

Envolvimento dos colaboradores

Por fim, porém não menos importante, encontra-se o pilar da conscientização dos colaboradores. Afinal, eles estarão presentes em todas as etapas dos processos existentes em um laboratório.
Todos os envolvidos precisam estar alinhados à ideia de que o seu trabalho impacta diretamente os serviços e a saúde de milhares de pessoa. Desde ao atendimento até a entrega de resultados, é preciso que exista cuidado e sigilo com as informações recebidas, com o fluxo da amostra, gestão de dado e com o paciente.
Já que este artigo envolveu a qualidade dos laboratórios, convidamos você a baixar o nosso Guia sobre Programas de Acreditação, que tem a finalidade de apresentar a dinâmica e os benefícios desse diferencial, bem como as implicações para o laboratório. Esperamos que goste!


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